Suzuki Vitara mantém-se fiel à sua identidade

Durante anos, o Suzuki Vitara foi uma presença habitual nas estradas portuguesas, antecipando muitas das características que hoje definem o segmento SUV: posição de condução elevada, dimensões compactas e aptidão fora de estrada.

Num mercado que evoluiu rapidamente, com modelos mais sofisticados, eletrificados e tecnologicamente avançados, o Vitara perdeu protagonismo.

Ainda assim, mantém-se relevante por continuar fiel à sua fórmula original.

A mais recente atualização trouxe melhorias discretas no design, no sistema multimédia e nos assistentes de condução, mas sem alterar a base do modelo.

O SUV mais conhecido do construtor japonês continua a apostar numa abordagem tradicional: motor 1.4 Boosterjet mild hybrid de 48 V, peso contido e, sobretudo, a disponibilidade de tração integral AllGrip, um elemento cada vez mais raro mas apreciado por muitos condutores com espírito de aventura.

No interior, o foco está mais na robustez do que na sofisticação. Apesar de um design datado e materiais simples, destaca-se pela solidez de construção e ausência de ruídos parasitas, mesmo em pisos degradados.

Em termos de espaço, cumpre os requisitos do segmento, com 362 litros de bagageira (até 1.120 litros com bancos rebatidos) e capacidade de reboque até 1.500 kg.

Em estrada, o baixo peso traduz-se numa condução ágil e equilibrada, enquanto o consumo médio de 7,4 l/100 km se mantém dentro do esperado.

É, no entanto, fora do asfalto que o Vitara se distingue. O sistema AllGrip gere automaticamente a tração, adaptando-se a CONTINUA

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Nissan Leaf: o regresso de um pioneiro da mobilidade elétrica

O Nissan Leaf mantém-se como um dos protagonistas na transformação da mobilidade elétrica em Portugal, mesmo num mercado cada vez mais competitivo.

Desde o seu lançamento em 2010, destacou-se como o primeiro automóvel 100% elétrico concebido de raiz para produção em massa, desempenhando um papel decisivo na introdução da eletrificação, sobretudo em frotas empresariais e entidades públicas, numa fase em que a autonomia e a infraestrutura de carregamento ainda eram limitadas.

Ao longo dos anos, o modelo tem acompanhado a evolução tecnológica do setor, consolidando a sua posição.

A terceira geração, aquela que chega agora a Portugal, representa um novo salto qualitativo, com melhorias significativas em autonomia, eficiência energética e capacidade de carregamento.

A nova gama integra duas opções de bateria – 52 kWh e 75 kWh – que permitem atingir autonomias até 450 km e 622 km (WLTP), respetivamente.

Destaca-se ainda pelos consumos contidos, entre 13,7 e 13,8 kWh/100 km, reforçando a eficiência como um dos seus principais argumentos.

Em termos de posicionamento, o novo Leaf apresenta um preço base de CONTINUA

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OMODA 7 SHS-P: híbrido plug-in tecnologicamente avançado já chegou a Portugal


A ofensiva das marcas chinesas no mercado automóvel português continua a ganhar expressão, e a OMODA | JAECOO surge já como a segunda marca chinesa em número de matrículas em Portugal, quando somados os volumes das duas insígnias.

Este desempenho ajuda a enquadrar a chegada do novo OMODA 7 SHS-P, um SUV híbrido plug-in que reforça a estratégia europeia do grupo Chery, assente em duas identidades complementares: a OMODA, mais urbana, tecnológica e orientada para o lifestyle, e a JAECOO, associada à aventura e à versatilidade.

Com 4.660 mm de comprimento, 1.875 mm de largura, 1.670 mm de altura e uma distância entre eixos de 2.720 mm, o modelo posiciona-se no centro do segmento C-SUV, um dos mais relevantes no mercado nacional.

A proposta procura oferecer espaço suficiente para utilização familiar e profissional, sem entrar nas dimensões nem nos custos dos segmentos superiores.

O design segue a filosofia “Art in Motion”, com silhueta fastback, puxadores semi-embutidos e grelha frontal sem moldura, reforçando uma imagem moderna e pensada para o consumidor europeu.

No interior, a aposta na tecnologia é um dos principais argumentos. O destaque vai para o ecrã central deslizante de 15,6 polegadas, que pode ser movido apenas com CONTINUA

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Tesla Model 3 vs Model Y: qual é a escolha certa para ti?

Escolher um Tesla parece simples… até podes decidir entre dois dos carros elétricos mais vendidos em Portugal e na Europa.

Model 3 ou Model Y? Os dois modelos partilham a mesma base tecnológica, software e grande parte da experiência de utilização.

Mas a diferença está na forma como cada um responde a necessidades distintas.

O Tesla Model 3 orienta-se para a eficiência e para uma condução mais envolvente. O Tela Model Y privilegia a versatilidade, o espaço e a facilidade de utilização no dia a dia.

Entre autonomia, espaço interior, posição de condução, eficiência e versatilidade, há vários fatores que podem pesar – e muito – na tua decisão.

Um deles é o facto da versão de entrada do Testa Model 3 manter um posicionamento de preço que o torna elegível para o incentivo à compra de carro elétrico concedido pelo Fundo Ambiental.

O que pode fazer toda a diferença no custo final do teu carro. E isso CONTINUA

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XPeng P7+: O elétrico chinês que quer abalar o domínio europeu


Num mercado cada vez mais competitivo, onde a eletrificação já não é novidade mas sim requisito, há modelos que tentam ir mais longe.

E querem fazer isso não apenas na autonomia, mas na forma como redefinem a experiência ao volante.

O novo XPeng P7+ surge precisamente com essa ambição: combinar design elegante, tecnologia avançada e inteligência artificial num pacote que promete desafiar o equilíbrio tradicional entre preço, espaço e inovação.

Com mais de cinco metros de comprimento, arquitetura de 800V e carregamentos ultrarrápidos, este elétrico chinês quer afirmar-se como uma proposta séria no segmento das berlinas premium.

Mas será suficiente para conquistar um lugar entre as referências europeias?

Na realidade, as surpresas não ficam por aqui. O que este modelo tem de diferenciador é CONTINUA

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Portugal autoriza testes de veículos autónomos

Os carros autónomos já não são apenas um cenário futurista e Portugal prepara-se agora para os colocar à prova em estradas reais.

Com a aprovação de um novo regime jurídico, o país abre finalmente as portas aos testes de veículos autónomos em vias públicas.

A partir daqui, construtores automóveis, empresas tecnológicas e centros de investigação passam a poder testar estas tecnologias em condições reais de circulação.

Mas há um detalhe importante: este não é um “vale tudo” tecnológico. Pelo contrário, o novo enquadramento legal impõe regras rigorosas, desde seguros quadruplicados até limites de velocidade mais baixos e supervisão humana obrigatória.

Por trás desta decisão está uma ambição clara: posicionar Portugal na linha da frente da mobilidade inteligente e atrair investimento numa das áreas mais transformadoras da indústria automóvel.

Ainda assim, o que muda na prática? Quem pode testar? E quais são os riscos e limites desta nova realidade?

Há várias regras, exigências e implicações que ajudam a perceber até onde Portugal está disposto a ir. CONTINUAR

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Arranque discreto ou plano estratégico? O caso Leapmotor explicado


A Leapmotor chegou a Portugal em 2025, mas um ano depois continua quase invisível no radar do mercado. 

Com pouco mais de 400 unidades matriculadas até maio de 2026, os números levantam uma questão inevitável: estamos perante um arranque falhado… ou simplesmente a assistir a uma estratégia diferente?

À primeira vista, o contraste com outras marcas chinesas é evidente. Enquanto algumas entraram em força, com campanhas agressivas e volumes imediatos, a Leapmotor parece avançar em silêncio.

Será isto um sinal de fraqueza? Ou simplesmente uma questão de planeamento e estratégia?

A resposta pode estar menos em Portugal e mais na forma como a marca está a desenhar a sua presença na Europa.

Entre uma rede ainda em construção, uma gama em expansão e o apoio estratégico da Stellantis, há sinais de que este arranque discreto pode esconder algo maior.

E é precisamente por isso que os números não contam toda a história…

Porque há três fatores-chave que ajudam a explicar o que realmente está a acontecer e que podem mudar por completo a leitura destes resultados. CONTINUAR

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